Crítica de cinema: A Rapariga Dinamarquesa

Fica a sensação que o filme é quase transgénero para principiantes

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Tiago Santos 07 de janeiro de 2016

Tom Hooper (O Discurso do Rei e Os Miseráveis) criou o hábito de piscar o olho aos Óscares a cada filme. Claro que a história de Lili Elbe, nascida Einar Wegener, um pintor dinamarquês que foi dos primeiros a fazer uma operação de mudança de sexo, merece ser contada. E talvez esta produção elegante e asséptica torne o filme mais universal. Eddie Redmayne, depois do seu Óscar como Stephen Hawking, volta a demonstrar que é dos actores mais físicos e delicados da actualidade, e Alicia Vikander confirma todo o talento que revelou no óptimo Ex-Machina. Mas fica a sensação de que A Rapariga Dinamarquesa, apesar das suas boas intenções, é quase transgénero para principiantes.

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