À (re)descoberta de São Miguel

Paraíso de tranquilidade, berço de beleza natural e lar de iguarias gastronómicas ímpares , o coração do arquipélago está sempre pronto a ser descoberto ou revisitado. Fomos à procura do que de melhor há para ver, onde ficar e o que provar na maior ilha dos Açores

À (re)descoberta de São Miguel
Pedro Henrique Miranda 21 de novembro de 2018
D.R.

Quem vá pela primeira vez pode fazê-lo com expectativas prévias do que visitar e de como passar as suas férias. As histórias que se contam no continente existem, apesar de tudo, por um motivo, muitas delas bastante fidedignas (mesmo a das vacas, quase três por habitante). Mas São Miguel é uma terra mais propícia à descoberta do que a um roteiro rigidamente pré-estabelecido, mesmo com tantas paragens ditas obrigatórias. Trata-se, afinal, de um dos pontos de maior riqueza natural do País. Apesar de ostentar como cartão-postal as deslumbrantes lagoas vulcânicas, é um daqueles lugares de que se pode dizer que a beleza está à espreita em cada esquina.

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