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Crítica de cinema: Mestres da Ilusão 2

A sequela do Mestres da Ilusão estreou em Portugal a 16 de Junho

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Tiago Santos 27 de junho de 2016

Não existe "Magia", tal como não há um tipo barbudo que ofereça prendas uma vez por ano nem um coelho gigante lunático que espalha ovos de chocolate pelo mundo. Mas não é por isso que deixa de ser fixe. Porque há a curiosidade de perceber como é que os ilusionistas encaixam pombas dentro de um chapéu. O sucesso de Mestres da Ilusão baseia-se nessa variação do Filme da Golpada onde primeiro os vilões (e os espectadores) são enganados e só depois é que se explicam os truques - e com tantos actores conhecidos, Mestres da Ilusão 2 parece até um remake de Ocean's Eleven. Mas esta sequela - onde os "Quatro Cavaleiros" vivem na clandestinidade à espera que "O Olho" lhes dê novas ordens, o que acontece quando lhes é exigido que denunciem uma variação do Steve Jobs que usa os telemóveis para roubar informação pessoal mas são depois raptados pelo sócio dele que se julgava morto e que os chantageia (em Macau, porque a China dá dinheiro) para recuperarem um chip que permite aceder a todos os computadores do mundo - é tão longa, confusa e perdida como a frase que acabei de escrever. E, com tanto CGI, nem sequer há dúvidas de como é que fizeram isto. A única questão é porquê.

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