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CTT. Saída de administrador financeiro custou 1,17 milhões

08.03.2018 16:22 por A.R.M.
Ao sair da função de administrador financeiro, em Dezembro de 2016, André Gorjão Costa foi compensado em 1.173.111 euros por não ter saído em fim de mandato.
Foto: Sábado
Foto: Lusa
Foto: Pedro Zenkl / Agência Zero 
Sede Banco CTT
Foto: Pedro Zenkl / Agência Zero

CTT
Ao sair da função de administrador financeiro, em Dezembro de 2016, André Gorjão Costa foi compensado em 1.173.111 euros por não ter saído em fim de mandato. 

Segundo o jornal de Negócios, que cita informação disponibilizada pelos CTT, os correios "registaram a 31 de Dezembro de 2017 um gasto com pessoal de 1.173.111 euros respeitante ao valor global máximo a liquidar pela sociedade ao ex-administrador no contexto da cessação antecipada de funções". André Gorjão Costa recebia uma remuneração base total, em 2017, de 631 mil euros, dos quais 446 mil euros são de remuneração fixa.

Recorde-se que, esta quarta-feira, os CTT anunciaram a negociação de 161 cessações de contratos no quarto trimestre de 2017, anunciou Francisco Lacerda, presidente da empresa, fixando em 200 o total de saídas até hoje. De acordo com este responsável, estas saídas custaram, no quarto trimestre de 2017, 11,9 milhões de euros de indemnizações.

Durante a apresentação dos resultados de 2017, Francisco Lacerda revelou que os lucros afundaram 56,15 para 27,3 milhões de euros e explicou que o processo de venda de activos não estratégicos está iniciado, aproveitando até o momento no imobiliário.

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Sobre a rede de lojas, Francisco Lacerda garantiu que foram encerradas 20 estações, mas os postos de correios aumentaram em 23. As provisões para a optimização da rede atingiram 1,7 milhões de euros.


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