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Estuda primeiro paga depois

Fundação José Neves liquida a propina que o estudante reembolsará mais tarde quando trabalhar.

15 Junho 2022 12:04

Para já, foca-te em estudar e ganhar competências sem te preocupares com as propinas. Quando começares a trabalhar, reembolsarás com os teus rendimentos. Este modelo é praticado nos países anglo-saxónicos, mas a Portugal chegou recentemente, trazido pela Fundação José Neves.

O programa pioneiro Income Share Agreement da Fundação José Neves (ISA FJN) pretende viabilizar o prosseguimento de estudos a quem no presente se veja impedido de o fazer por falta de recursos financeiros. Garante o pagamento integral da propina, um investimento que só é reembolsado se, e quando, o estudante atingir as condições para o fazer de forma sustentada.

O primeiro requisito para o interessado aceder a esta possibilidade é a instituição a que se candidata ser parceira do programa. Neste momento, são já cerca de 40 as parceiras, contando entre universidades, institutos politécnicos e diversas escolas de formação prática e intensiva. A seguir, o interessado deverá verificar se o curso que vai frequentar é elegível. Caso seja (são elevadas as probabilidades devido à abrangência), poderá, então, apresentar uma candidatura. Depois de avaliada, se reunir os requisitos para ser aprovada, a Fundação José Neves efetuará o pagamento da propina do curso diretamente à instituição de ensino.

O programa está particularmente vocacionado para cursos e formações nas áreas digitais, ciências, tecnologias, engenharias, matemáticas, ou tecnologias da informação, economia, gestão, arquitetura, design e ciências sociais.

Podem beneficiar da ISA FJN estudantes no ciclo normal de educação, bem como profissionais que estejam já no mercado de trabalho, mesmo que se encontrem em situação de desemprego, mas queiram apostar no desenvolvimento de competências.

No passado mês de maio, a Fundação José Neves revelou que 266 portugueses estudam recorrendo a este mecanismo, ascendendo a dois milhões de euros o montante disponibilizado.

 

São beneficiários estudantes e profissionais que estejam já no mercado de trabalho

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