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Desperdício alimentar: uma realidade que precisamos de combater!

Os efeitos do desperdício alimentar comprometem gerações futuras e têm um grande impacto ambiental. É um problema à escala global e que deve ser travado em todas as frentes.

21 Setembro 2020 10:28

As crescentes preocupações ambientais, somadas à carência de bens e às dificuldades económicas acrescidas que a pandemia da covid-19 acentuou, fazem com que o desperdício alimentar seja cada vez mais uma preocupação na ordem do dia. Hoje, mais do que nunca, é importante pensar e repensar cada escolha, desde o momento da compra até ao consumo. Em termos médios, estima-se que quase um terço dos alimentos produzidos resultem em desperdício alimentar. Um terço! O desperdício alimentar representa, também, um impacto negativo para o ambiente, traduzido nomeadamente em 8% das emissões de gases com efeito de estufa a nível mundial.

Esta é uma ação que se exige consertada: dos grandes comércios ao consumidor individual, todos podem e devem fazer escolhas mais conscientes e mais inteligentes, no sentido de utilizar da forma mais eficaz possível cada ingrediente. Não há reverso da medalha: prevenir e reduzir o desperdício alimentar é cuidar do futuro do planeta.

Numa luta que é de todos e que beneficia todos, é necessário criar estratégias para reduzir o desperdício em toda a sua cadeia de valor, com ações que envolvem toda a rede - do produtor ao consumidor - e que promovem a consciencialização e o respeito pelos alimentos. 

Da produção…

Um exemplo é o aproveitamento dos chamados "legumes feios". Na prática, são legumes cujo aspeto não é o padronizado, quer seja por tamanho, cor ou formato, mas que têm um perfil nutricional e de sabor como os outros. Exclusivamente pelo aspeto, estes legumes dificilmente eram escoados, mas o Pingo Doce decidiu dar-lhes uma vida. A cadeia compra estes legumes e adapta-os à sua oferta em duas frentes: por um lado, aproveita-os para as sopas frescas, prontas a levar; por outro, utiliza-os nas gamas de legumes pré-cortados e em saladas.


Os legumes que, exclusivamente pelo aspeto, não correspondem aos padrões para venda, são utilizados nas cozinhas do Pingo Doce. 


Os legumes "feios" são reaproveitados para as sopas da Comida Fresca do Pingo Doce e para legumes pré-cortados e embalados.


Em 2019, o Pingo Doce incorporou mais de 3.700 toneladas de legumes não calibrados em sopas e vegetais prontos a usar

… À distribuição…

O desafio de reduzir o desperdício alimentar continua por toda a cadeia de valor, o que significa que é preciso agir preventivamente em todos os processos. Em loja, os distribuidores deparam-se, não raras vezes, com produtos que não conseguiram escoar antes do fim do prazo de validade.


Os pormenores são importantes: no rótulo, "consumir até" é diferente de "consumir antes de". No primeiro caso, não deve mesmo exceder a data; no segundo, o prazo não é estrito e, se não houver alterações, o produto ainda pode ser consumido!

No Pingo Doce, o aproximar de um prazo de validade torna-se numa oportunidade vantajosa para os clientes. Através de uma etiqueta laranja, assinala-se um desconto substancial do produto, com a informação do motivo – aproximação do prazo de validade –, da data e do preço. Estes produtos estão ainda em perfeito estado para consumo e podem representar uma grande poupança nas compras! Mas atenção: não ceda ao impulso de comprar apenas por estar em promoção para, depois, deitar fora. Faça compras inteligentes e consoante as reais necessidades da família.

Quando os alimentos não podem ser vendidos, mas ainda podem ser  consumidos, o Pingo Doce dá-lhes um novo rumo. Respeitando todas as normas de segurança alimentar, encaminha-os para instituições que apoiem pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2019, este "pequeno" gesto traduziu-se em 5.800 toneladas de alimentos doados. Neste ano, e mesmo com a pandemia e as respetivas restrições, o valor nos primeiros seis meses foi de 2.800 toneladas.


Os produtos promocionais por aproximação do prazo de validade estão identificados com uma etiqueta laranja


Quando já não podem ser comercializados mas ainda podem ser consumidos, o Pingo Doce doa-os a centenas de instituições parceiras 

Esta iniciativa pode também inspirá-lo: se, nas arrumações de despensa, se aperceber de que há algum produto que tem "a mais" e que não irá consumir em tempo útil, porque não doá-lo? Pequenos gestos podem ajudar muitas pessoas!



Bolo de claras

8 claras
1/2 c. de sopa + 125g manteiga
1/2 c. de sopa + 200g farinha
250g açúcar
2 c. de chá fermento em pó Pingo Doce
1 laranja (raspa e sumo)
1 c. de sopa açúcar em pó

Preparação

  1. Pré-aqueça o forno a 180 °C.
  2. Unte uma forma com meia colher de sopa de manteiga e polvilhe com meia colher de sopa de farinha.
  3. Bata a restante manteiga com o açúcar até obter um creme. Junte a farinha, o fermento, o sumo e a raspa de laranja e bata mais um pouco.
  4. Entretanto, bata as claras em castelo e envolva-as no preparado anterior sem bater.
  5. Verta a massa para dentro da forma e leve ao forno durante 30 a 40 minutos.
  6. Sirva polvilhado com açúcar em pó.



… E ao consumo!

No caso de Portugal, calcula-se que, por ano, cada português deita ao lixo 100 kg de alimentos, em média.*

Comprar de forma mais consciente exige alguma prática e alguma preparação: afinal, numa visita ao supermercado a tendência pode ser "levar tudo o que possa vir a precisar" e não comprar aquilo que, efetivamente, precisará. O primeiro passo para compras mais responsáveis – cujo impacto, como já vimos, faz a diferença a nível ambiental mas, também, económico – é a elaboração de uma lista de compras. Isto não significa que o desperdício alimentar seja reduzido a zero em cada casa. Mas é um primeiro passo (de muitos).

Já em casa, na gestão da despensa e do frigorífico, a leitura informada das informações das embalagens é outro aliado. Muitos encaram a data de validade como o dia em que o produto deixa de poder ser consumido, mas nem sempre é verdade. No rótulo, há diferenças entre duas das formas mais comuns de comunicação de uma data de validade: "consumir até" - aqui a data deve mesmo ser respeitada, porque as propriedades poderão alterar-se depois disso -  ou "consumir de preferência antes de" - neste caso, se não identificar alterações de aspeto, textura, cheiro e sabor, o produto ainda está apto a consumo. A massa, o arroz ou o azeite são bons exemplos de produtos em que a data é indicativa da duração mínima. 

Mas há mais que pode fazer. Muitas vezes deitamos fora alimentos ou ingredientes simplesmente porque, além daquela receita específica, não temos uso para lhe dar. É o caso das cascas dos alimentos, que tendencialmente são consideradas lixo, mas que têm inesperadas utilizações. Na revista Sabe Bem e no site encontra receitas com desperdício alimentar zero. Deste modo, aprende de forma muito fácil a tirar o melhor partido das sobras e de partes dos alimentos que não está habituado a utilizar nas refeições convencionais! 

Para todos aqueles que procuram formas saborosas, fáceis e originais de reduzir o desperdício alimentar em casa, a cadeia de retalho lançou o livro "Desperdício zero à mesa com o Pingo Doce", com receitas práticas onde "nada se perde, tudo se poupa". Com 180 receitas, técnicas de cozinha e muitas dicas, este é o livro que vai querer na bancada da cozinha, dia após dia. Afinal, todos os gestos contam para poupar o planeta, e todos os cêntimos contam na gestão do orçamento familiar.

*Desperdício Alimentar, de Iva Pires, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, setem