Uma quarta de manteiga e um litro de feijão-manteiga." Estes eram pedidos habituais das freguesas da mercearia do Sr. António, em Lisboa. Quase ao lado, ficava o talho do Sr. Júlio, o preferido de toda a gente para cortar iscas, que ele deixava fininhas como folhas de papel, conta o olisipógrafo Appio Sottomayor, no livro "Lojas Históricas em Lisboa", um pequeno álbum ilustrado pelos observadores da Urban Sketchers Portugal (USkP), que foram desafiados pelo Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lisboa. 

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