Câmara de Odemira está a averiguar legalidade das obras em imóvel do ministro Luís Neves
Em causa estão as obras realizadas num imóvel particular do ministro da Administração Interna, Luís Neves, na freguesia de São Teotónio.
Em causa estão as obras realizadas num imóvel particular do ministro da Administração Interna, Luís Neves, na freguesia de São Teotónio.
O ex-funcionário do grupo parlamentar do Chega e pai da deputada Rita Matias tem sido desafiado a avançar pela estrutura concelhia. À SÁBADO, admite estar "em reflexão", mas admite a possibilidade
O presidente da Câmara de São Vicente, José Carlos Gonçalves, por exemplo, retirou em março os pelouros aos dois vereadores eleitos pelo partido e que lhe garantiam a maioria absoluta.
A viagem ao Gerês que fez um jornalista estrear-se com a câmara de um fotógrafo; a jornalista que foi à Feira da Ladra interromper negócios ilegais; e as apostas do vereador Bruno Mascarenhas sobre as fontes jornalísticas
Trocaram galhardetes nas redes e fizeram queixas na jurisdição. O vereador está isolado na concelhia e na distrital, de onde se demitiu.
O grupo terrorista chegou a planear invadir o Parlamento. Autoridades detiveram seis pessoas e apreenderam centenas de armas ao grupo.
Raspanetes à frente de todos no bar, zangas, queixinhas e cumplicidades. Durante as últimas semanas, andámos por São Bento a tomar o pulso aos bastidores do partido liderado por André Ventura na altura em que se debatia com o caso do deputado Miguel Arruda e das ofensas às outras bancadas
Manuel Matias avançou com queixa-crime contra uma mulher, militante do PCP, que tuitou uma pergunta e uma notícia falsa sobre fraude numa organização de que o ex-assessor do Chega foi dirigente.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
A um mês das legislativas, o Chega é a força política mais popular entre os jovens. Em 2020, André Ventura lançou Rita Matias com uma estratégia clara: captar a atenção do eleitorado feminino e jovem. A deputada foi a Madrid aprender com o Vox a criar conteúdos virais, estabeleceu relações com o Fidesz, da Hungria, e faz parte de uma rede internacional conservadora católica.
Assessor do Chega interpelou um jornalista da RTP em funções no Parlamento. E o líder da bancada parlamentar ameaçou um assessor do PS. Gabinete do secretário-geral da AR diz que jornalistas acreditados não podem "ser questionados, seja por quem for, sobre o modo como exercem a sua atividade profissional".
Dos €4,55 milhões de subvenção, André Ventura vai gastar metade em sedes, novos funcionários do partido e propaganda. E quer comprar imóveis.
Em nove meses, o Parlamento vai transferir 5,7 milhões para os partidos gastarem em assessores e estudos. Quem contrata mais (PCP ou PAN), paga menos a cada um.
O presidente do Chega exonerou o seu chefe de gabinete, uma semana depois de ter perdido o assessor do grupo parlamentar.
Manuel Matias pediu "a renúncia às funções de assessor político que desempenhava" no grupo parlamentar do Chega, revelou o partido.
Associação Transparência e Integridade questionou o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, sobre a nomeação do pai de Rita Matias, deputada do Chega, para o cargo de assessor parlamentar. "Este ato de nomeação parece violar tanto a letra quanto o espírito" da lei.