Donald Trump promete ajuda económica à Hungria se Orbán for reeleito
No poder desde 2010, Orbán enfrenta domingo um ‘teste de fogo’, uma vez que parte, nas sondagens, atrás do líder da oposição, Péter Magyar, do partido Tisza.
No poder desde 2010, Orbán enfrenta domingo um ‘teste de fogo’, uma vez que parte, nas sondagens, atrás do líder da oposição, Péter Magyar, do partido Tisza.
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
Ventura reiterou que o Chega "está contra esta lei laboral tal como ela está", mas "está aberto e disponível para uma negociação" e para que esta reforma seja aprovada no parlamento nas "próximas semanas ou meses".
Comissão Europeia considera que as notícias que apontam nesse sentido são "extremamente preocupantes".
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
A posição estratégica da AD não é uma questão de ‘rendição’; é uma tentativa de emagrecer o mamute pela restrição da sua dieta.
Ricardo Gonçalves organizou almoços com centenas de militantes, criou uma república de deputados em Lisboa. Aprendeu com Soares, insurgiu-se contra Sócrates e não receia ficar a falar sozinho. Tal como aconteceu no último congresso
Há uma coisa que tenho pena de não fazer na vida, ir ao espaço. Eu sei que é uma coisa perigosa, dura, incómoda, mas no meu tempo é aquilo que se pode fazer de ir mais para a frente. Não ter peso, olhar de cima, verdadeiramente de cima, esta cada vez mais infeliz Terra, é uma experiência única. Já vi muita coisa, mas esta faz-me falta.
A próxima biografia da SÁBADO sai a 15 de abril e retrata o antigo Presidente da República. Teve uns pais austeros e exigentes, era mestre a dialogar até com os inimigos e previu a escalada da extrema-direita.
A Hungria vai a eleições a 12 de abril e Orbán parece ter um adversário à altura. O vice-presidente dos Estados Unidos aterrou esta terça-feira em Budapeste para apoiar o grande aliado europeu.
Nos duelos privados, ignorar é a melhor resposta para os anónimos intelectualmente subdesenvolvidos que buscam crescer à custa das pessoas “a sério”. Já no plano partidário, o desafio deve ser travado e com as regras democráticas, porque são elas mesmas que estão em causa.
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
O Tisza, partido de centro-direita liderado por Péter Magyar, lidera sondagens mas o Fidesz, do atual primeiro-ministro, continua a reunir a preferência dos mais velhos.
Líder norte-americano revela alegado telefonema que fez ao aliado francês a pedir ajuda na guerra contra o Irão.
Trump nunca soube muito bem o que quer com a guerra ao Irão. Mas parece cada vez mais claro que tenta uma saída rápida que lhe permita decretar algum tipo de "vitória" (seja lá o que isso for). Netanyahu, com objetivos muito mais definidos, fará tudo para prolongar os EUA envolvidos na agressão. Pelo meio, Zelensky, percebendo os riscos das vantagens para a Rússia do aumento do preço dos combustíveis fósseis, fez jogada diplomática de mestre na Arábia Saudita.
A dependência financeira da União Soviética durante a Guerra Fria e, mais recentemente, do petróleo da Venezuela só serviu para mascarar as ruínas que o regime produziu por sua conta e risco. A revolução falhou para os cubanos. Mas, para os turistas, o regime que interessa é outro – e vem com tudo incluído.