"Ainda não nos deitámos desde que o sismo aconteceu"
Cátia Miguel, 38 anos, vive na ilha sacudida pelo terramoto deste fim-de-semana. É natural de Lisboa mas não equaciona voltar. Porque apesar dos terramotos serem frequentes na Nova Zelândia, acha que lá tem melhores condições de vida do que Portugal. O relato na primeira pessoa
"Ainda não nos deitámos desde que o sismo aconteceu"
Cátia Miguel, 38 anos, vive na ilha sacudida pelo terramoto deste fim-de-semana. É natural de Lisboa mas não equaciona voltar. Porque apesar dos terramotos serem frequentes na Nova Zelândia, acha que lá tem melhores condições de vida do que Portugal. O relato na primeira pessoa
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"Ainda não nos deitámos desde que o sismo aconteceu"
Cátia Miguel, 38 anos, vive na ilha sacudida pelo sismo deste fim-de-semana. É natural de Lisboa mas não equaciona voltar. Porque apesar dos terramotos serem frequentes na Nova Zelândia, acha que lá tem melhores condições de vida do que Portugal. O relato na primeira pessoa.



O terramoto começou poucos minutos depois da meia-noite. Já estava na cama. Tinha-me deitado há cerca de hora e meia. Tudo tremeu! A minha primeira preocupação foi ter a certeza de que o meu filho Joseph, de 11 anos, estava bem. Levantei-me para ir ao quarto dele e a oscilação foi tal que perdi equilíbrio. Ele acordou quando o espelho do quarto caiu, estava um pouco assustado. Graças a Deus só caíram objectos das prateleiras. Ainda não nos deitámos desde que o sismo aconteceu [são 10 da manhã hora local, 21h em Lisboa]. Ficámos à espera de réplicas.
As imagens da destruição na Nova Zelândia

A casa começou a tremer um pouco, mas o movimento intensificou-se rapidamente. Percebemos depressa que se tratava de um sismo grande. As sirenes de alerta para o tsunami fizeram-se ouvir depois. Hoje disseram: tsunami alert-please evacuate this area (alerta tsunami, por favor evacuem esta área). O site da protecção civil e a rádio deram indicações para onde as pessoas deviam ir.

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