Inglaterra: Pratchett reclama o direito de morrer e filha apoia-o
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Inglaterra: Pratchett reclama o direito de morrer e filha apoia-o
Rhianna Pratchett, filha do reconhecido escritor britânico, Terry Pratchett, não consegue esquecer o momento exacto em que recebeu a notícia que o pai sofria de Alzheimer. Estava presa no trânsito dentro de um táxi quando o pai lhe telefonou.

Desde esse momento, em Dezembro de 2007, que Terry Pratchett tornou pública a sua posição sobre a doença e sobre a morte e que advoga o direito de poder ter uma morte assistida. Agora, cinco anos mais tarde, a filha revela ao "Mail Online" que o apoia nesta posição.

"O meu pai acredita, assim como eu, que as pessoas que têm doenças muito debilitantes e em última análise fatais, possam ter o direito de terminar com a sua vida no momento que escolherem, em vez de esperarem até ao fim em sofrimento", disse ao jornal inglês.

Aos 59 anos, Terry Pratchett - o autor britânico que mais vende a seguir a J.K. Rowling, já vendeu mais de 70 milhões de livros e está publicado em 37 línguas -, recebeu o diagnóstico de uma forma rara de Alzheimer. 

Neste momento, Pratchett, embora continue a fazer histórias, já não consegue escrever. Faz uso de uma tecnologia que reconhece a sua voz e lhe permite ditar o texto em voz alta. 

Em Fevereiro de 2010, numa palestra transmitida pela BBC, com o tema "Shaking Hands With Death", foi lido em voz alta um texto do autor. 

Dizia: "Gostava de morrer de forma pacífica, com o Thomas Tallis a tocar no meu iPod, e antes que a doença me domine por completo."








 
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