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"Mata-te, Amor": Jennifer Lawrence e os demónios da maternidade

No filme que chega às salas nacionais esta quinta-feira, 15, tudo gira em torno da atriz. Lawrence protagoniza uma história sobre maternidade, depressão pós-parto e saúde mental.

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Nuno Miguel Guedes 13 de janeiro de 2026 às 08:00
Jennifer Lawrence interpreta Grace, uma mulher atormentada por uma depressão pós-parto e por surtos psicóticos
Jennifer Lawrence interpreta Grace, uma mulher atormentada por uma depressão pós-parto e por surtos psicóticos Kimberley French

Jennifer Lawrence, sabemos, é uma excelente atriz. E uma estrela planetária: a sua participação na franquia The Hunger Games fez dela a atriz mais bem paga do mundo em 2015, depois de ter vencido o Óscar para Melhor Atriz por Guia Para Um Final Feliz (2013). Mas, entre a fama e o trabalho fez sempre questão de proclamar as suas convicções: Lawrence é uma feminista convicta e uma defensora dos direitos reprodutivos femininos, o que tenta, sempre que pode, transmitir nos filmes em que participa. Não espanta por isso que seja a protagonista deste novo filme de Lynne Ramsay, Mata-te, Amor (2025). A realizadora escocesa é conhecida pela sua cinematografia que trata de forma intensa temas como o luto, a culpa, morte, maternidade e crianças.

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