O executivo do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, divulgou um mandato negocial nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, em que dizia que poderia abandonar as negociações com a União Europeia até junho, caso as "linhas gerais" de um acordo não estivessem definidas até então.
No documento divulgado pode ler-se que "o Governo espera que as linhas do acordo sejam claras" até junho, para depois ter o acordo concluído até setembro. Caso isso não aconteça, o mandato diz que o Reino Unido terá de "repensar" se quer continuar a focar-se nas negociações com a União Europeia, ou se prefere definir "os preparativos internos" para chegar ao final do período de transição do Brexit com tudo definido.
Depois de ter deixado a União Europeia, de forma oficial, a 31 de janeiro deste ano, o Reino Unido está no chamado período de transição do divórcio, que dura até dezembro de 2020. Esta fase de transição define que o Reino Unido continua a ter de cumprir as regras comunitárias, mas perde o direito de voto nas instituições europeias.

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