Perfil Íntimo
Maria Filomena Mónica
10-01-2011
Por Dulce Garcia e imagem de Joana Mouta
Os criativos da Nespresso não conhecem Maria Filomena Mónica – é pena. Porque a socióloga e historiadora portuguesa podia rivalizar com John Malkovich e George Clooney na campanha publicitária que promove as cápsulas de café da marca. Eles são óptimos actores. Maria Filomena Mónica é cómica. Sem esforço.
São 11h quando toco à campainha de sua casa, na Rua dos Navegantes, uma das mais movimentadas do Bairro da Lapa. Como li em várias entrevistas que não bebe café por ser hipertensa, peço licença para ir tomar um à pastelaria do lado.
“Está cheia de sorte! Agora tenho uma máquina. Entre”. Sigo-a até à cozinha. Dirige-se à máquina, observa a cápsula, compara-a com a ranhura do aparelho. “Isto é fácil mas ontem pus a cápsula ao contrário. Como a alavanca não fechava, fui buscar um martelo...”
Foi socorrida por António Barreto, o marido, também sociólogo e actual presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que após duas décadas de vida em comum ainda se espanta com estes episódios. “Acha que me faço de engraçada. Já lhe disse: ‘Estás louco?! Ao fim de 20 anos achas que eu tinha paciência para me fazer de engraçada?’”
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