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O artista que recupera animais mortos (vídeo)

28-02-2013

Texto de Sara Capelo, fotos de Alexandre Azevedo e montagem de Joana Mouta

Pedro Andrade é o único taxidermista num museu português. Tira-lhes os ossos, lava-os com champô-amaciador. Conheça outros truques

O cheiro da sala no rés-do-chão não é insuportável como avisam à entrada. Excepto quando se abrem as arcas frigoríficas (onde chegam a estar guardadas espécies mortas há 11 anos). Aí, sente-se um ligeiro odor a podre. Mas suportável. As altas janelas que dão para o jardim interior do Museu Nacional de História Natural (MNHN), em Lisboa, estão abertas. Há muita luz. O cenário não é escuro como se pensaria ao saber que é ali que Pedro Andrade, 40 anos, naturaliza animais.

Há quem continue a dizer “empalhar”. Mas na técnica de taxidermia que este biólogo começou a aprender em 2009 não se usa palha, que atrai os bichos; nem bálsamos – daí a expressão embalsamar. Usam-se materiais sintéticos (como o poliuretano) que ajudam a preservar as peças durante centenas de anos.

Pedro Andrade nem sabe ao certo quantos. Está sentado num banco alto, junto a uma mesa de mármore, a trabalhar numa coruja do mato.

Leia o resto da reportagem na SÁBADO desta semana.

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