Itália
Membro da máfia morto com tiro certeiro
30-10-2009
O Ministério Público de Nápoles, no sul de Itália divulgou, esta quinta-feira, um vídeo que mostra um homem a ser assassinado, em pleno dia, por um membro da Comorra, a máfia local.
De acordo com a polícia, a vítima foi identificada como Mario Bacio Terracino, de 53 anos, o qual possuia ligações à máfia, sendo um especialista no assalto a bancos. Os agentes da autoridade acreditam que o homicídio foi um acerto de contas entre membros do crime organizado. As imagens, recolhidas por uma câmara de videovigilância, mostram o crime ocorrido no dia 11 de Maio, em frente de uma loja no bairro de Sanità. No vídeo de 25 segundos, a vítima aparece em frente de uma loja quando dois homens passam.Um segue em frente e outro, o autor dos disparos, entra na loja.
O homem que entra na loja vê algumas prateleiras e sai pouco depois, puxa de uma pistola e dispara contra a cabeça de Terracino. Com a vítima já no chão, o assassino coloca-lhe a pistola na nuca, dispara mais um tiro, saindo do local de forma tranquila.As imagens são agora divulgadas numa tentativa de encontrar alguém que consiga reconhecer o assassino.
Médicos alemães duvidam da segurança da “Pandemrix”
A Associação Médica Alemã (BAK) desaprova a utilização de “Pandemrix” em crianças e grávidas por considerar que não existem testes suficientes que confirmem a segurança da vacina. “A vacina contém elementos que são completamente desconhecidos. Quanto mais componentes existem numa vacina, maiores são as probabilidades de existirem efeitos secundários”, considera a associação. Esta opinião é partilhada por vários pediatras, virologistas e outras organizações médicas do país.
A Alemanha é já o terceiro país a mostrar reservas sobre a utilização da vacina que foi aprovada pela Agência Europeia do Medicamento para os Estados-membros da União Europeia. Apesar dos receios, a “Pandemrix” está a ser utilizada para todas as pessoas, excepto para crianças com menos de seis meses. Estas recomendações foram feitas pelo laboratório que produz a vacina (a Glaxo), que confirma que não foram feitos testes clínicos em crianças com menos de três anos, nem em adolescentes dos dez aos 17 anos.