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Sociedade

O Júlio das velharias

28-08-2014

No eixo Comporta-Carvalhal-Grândola toda a gente o conhece – incluindo os membros da família Espírito Santo, os primeiros clientes que teve, há 21 anos. Agora, corre o risco de ficar sem negócio

Por Tânia Pereirinha

Não sabe bem em que ano se instalou ali, no cruzamento do Carvalhal, na estrada que liga Tróia a Melides, a escassos metros da barraca de caniço e telhado de palha onde nasceu, há 53 anos, filho de uma mulher da terra e de um dos “pegachos” que na altura trocaram o Pego de Abrantes pelo Pego da Comporta, para trabalharem nos campos de arroz e não só – o pai foi carvoeiro.

Talvez tenha sido em 1996. Faz sentido: o acidente de carro que lhe custou o braço esquerdo mais cinco meses de internamento, várias cirurgias e dores tão atrozes que nem a morfina aliviava, foi a 4 de Abril desse ano. “Ainda não sei o que aconteceu. Ia para o trabalho – vivia no Monte Estoril e tratava de cavalos na Quinta de Olivença –, acordei no Hospital de Cascais. Tinha 35 anos. Voltei para aqui depois disso.”

Na altura, a família Espírito Santo também já regressara à Herdade da Comporta (HC), nacionalizada em 1975, mas a zona não alcançara ainda o estatuto de paraíso hippie-chic que hoje (ainda) tem.

Leia a reportagem na íntegra na revista de 28 de Agosto e veja aqui o vídeo.

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