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O que estas fardas evoluíram num século

24-07-2014

A Primeira Guerra Mundial começou em 28 de Julho de 1914 - faz agora 100 anos. Conheça as diferenças

Por Sara Capelo, fotografia de Ricardo Rocha e imagem de Joana Mouta    

Em 1916, nas vésperas da partida do Corpo Expedicionário Português para a Flandres, um incêndio no depósito central do exército destruiu tudo. “Dizem que foi intencional, dada a contestação da participação portuguesa na guerra”, explica Maria Cristina Moura, responsável pelo Centro Museológico e de Documentação das Oficinas Gerais de Fardamento. Resultado: os soldados (cerca de 55 mil) viajaram com o que havia.

Os uniformes eram em mescla cinzenta fabricada em Portugal. As botas eram curtas e com pêlo impermeabilizado com sebo. Os capacetes eram de aço (em cortiça para os que estiveram em África). Cem anos depois, os tecidos do uniforme do exército continuam a ser fabricados em Portugal. Mas desde a guerra colonial que se usam os camuflados e os capacetes são agora em kevlar (material dos coletes à prova de bala). No vídeo, mostramos-lhe as diferenças.

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