Mundo
Serão estas as piores propagandas de guerra de sempre?
02-03-2013
Respeito à mãe que ela pode tornar-se numa espia, ou cuidado com o que diz à sua namorada porque Hitler pode estar a ouvir são alguns dos exemplos
Por Vanessa Fernandes
Todas as nações que participaram na Primeira ou Segunda Guerra Mundial tinham a difícil tarefa de encontrar as melhores estratégias para derrotar os seus inimigos. Mas essa não era a sua única preocupação: elas tinham também de convencer as suas populações que a guerra era a única solução.
E qual a melhor maneira de convencer as pessoas a querem lutar, trabalhar de graça, passar fome e ainda a oferecer dinheiro para sustentar as campanhas militares? Exactamente, a propaganda. Infelizmente, porém, nem todas as propagandas de guerra foi bem pensadas. Na verdade, algumas foram simplesmente ridículas.
“Fiquem com a Mãe, ela não é assim tão burra”
A lenda da alegada espia Mata Hari permanece ainda hoje viva na cultura britânica. Margaretha Gertruida Zelle era uma dançarina exótica dos Países Baixos, que foi acusada de espionagem e condenada à morte por fuzilamento. Durante a Primeira Guerra Mundial, Mata Hari dormiu com inúmeros oficiais, tanto franceses como alemães, e tornou-se numa espécie de peão da intriga internacional. Apesar de os historiadores nunca terem conseguido provar se foi ou não realmente uma espia, Mata Hari tornou-se num símbolo da ousadia feminina.
Foi a sua icónica personagem que inspirou o slogan deste cartaz. “Fiquem com a Mãe, ela não é assim tão burra” , lê-se. A mensagem é simples: o melhor é tratar bem dela, senão ela ainda se pode tornar numa espia.
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