Mundo
Ninjas femininas treinam para defender o Islão
06-02-2012
Por Inês Alves
As imagens parecem extraídas de um qualquer filme de artes marciais, mas não são. Estas mulheres reais - e não personagens - são iranianas que treinam diariamente para se tornarem 'kunoichi' (ninjas assassinas) no 'Ninjutsu club', situado no Irão.
A escola abriu em 1989 e com o aumento da popularidade das artes marciais conta já com 3500 mulheres inscritas, que aqui são ensinadas a utilizar armas perigosas e a manejá-las para se defenderem.
O instrutor de ninjutsu explicou à televisão iraniana 'Press TV' que nesta escola "elas encontram um equilíbrio entre o corpo e a mente", mas tendo em conta a pressão exercida por Israel sobre o Irão, a que acresce o receio de que o país esteja a desenvolver armas nucleares, é bem provável que venham a servir o país na eventualidade de ocorrer um conflito militar.
"A lição mais importante no ninjutsu é o respeito e a humildade", explica o instrutor. E continua: "Elas aprendem a respeitar-se a si e à arte que estão a aprender. A calma é a primeira característica que devem saber dominar".
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