Sociedade
Grandes génios da história que tiveram problemas na escola
20-07-2012
Por: Marta Gonçalves Miranda
Albert Einstein
Em criança, Einstein teve vários problemas de aprendizagem: até aos quatro anos não era capaz de falar, e mesmo aos nove ainda tinha algumas dificuldades. Na escola foi infeliz. Os professoras não conseguiam compreende-lo, e descreviam-no como uma criança um pouco lenta, anti-social e sempre sonhador. O próprio Einstein escreveu mais tarde: “O espírito de descoberta e o pensamento criativo perdem-se na aprendizagem mecânica [da escola].
Apesar das suas dificuldades de aprendizagem, Albert Einstein era um génio da matemática. A partir dos 10 anos começou a estudar sozinho, com o apoio do seu tio Jacob que lhe emprestava livros de álgebra e lhe enviava alguns problemas matemáticos para resolver.
Einstein era um aluno medíocre, excepto em matemática e física. No sétimo ano, um professor chegou a dizer-lhe: “Tu nunca vais ser nada na vida”.
Sem ter concluído o ensino secundário, Einstein concorreu no Instituto Politécnico de Zurique. Reprovou no exame de admissão, apesar das suas notas excepcionalmente altas em matemática e física. Decidiu então concluir o secundário em Aarau, perto de Munique. Nesta escola, menos rígida que a anterior, Einstein conseguiu obter melhores resultados e conseguiu concluir o ensino.
No Outono seguinte, conseguiu entrar finalmente no Politécnico de Zurique. O curso em que se matriculou permitia-lhe estudar apenas as suas áreas preferidas. Porém, apesar disso, Einstein nunca se chegou a destacar. A sua dificuldade em reconhecer a autoridade dos professores, aliado à relutância em aceitar algo que ele não conseguia provar, resultou novamente em avaliações escolares medíocres. Ao invés de ir às aulas, Einstein preferia passar os dias enfiado no laboratório a trabalhar.
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