Todos os anos, por esta altura, José Neiva Correia apresenta as novas colheitas da DFJ. Os vinhos são identificados pelas castas (maioritariamente duetos), com a marca DFJ ou Grand´Arte. É assim uma espécie de acontecimento gourmet porque, para cada vinho, é feito uma proposta gastronómica específica. Exagero?. Não. Todos os vinhos têm aptidões particulares e só revelam as suas qualidades quando as ligações são correctas. Este ano o matching ou a maridagem (dois termos esquisitos mas que se usam na gíria) esteve a cargo de José Avillez, do restaurante Tavares.
Estamos perante vinhos de perfil internacional, onde a fruta madura, a extracção e uma certa doçura estão sempre presentes. Isto é assim porque a DFJ tem uma presença considerável nos mercados externos, em particular no Reino Unido. Em números, as coisas são assim: 6 milhões de garrafas, sendo que 90 por cento desde volume vai para os mercados da UE e da América do Norte. Um caso raro em Portugal.