29 ABRIL 2009 - 17.06h
Categoria -
Política

A candidatura de Santana assumiu o uso das novas tecnologias, em desfavor do glamour de um possível lançamento na Kapital. Ainda não consegui ver a coisa, por insanável incompatibilidade com o meu computador. Mas aqui the medium is not the message. O que interessa mesmo em Santana é a substância da personagem política, não os adereços, o canal de distribuição ou a maquilhagem. E aquela é por certo a que acima ilustro: a criatura compelida pelos seus fantasmas obcecados a procurar holofotes, peanhas, pequenas porções de poder.
Porquê, nem ele sabe; não tem currículo, habilitações, obra, ou intelecto que o recomendem. Apenas uma insaciável fome de fama, de poleiro. Por mais pontapés que a vida e os votantes lhe derem, nada o fará desistir do seu precious.
Luis Rainha