André Abrantes Amaral, Ana Margarida Craveiro, Bárbara Baldaia, Bruno Vieira Amaral, Carla Hilário Quevedo, Gabriel Silva, Isabel Goulão, João Gonçalves, João Villalobos, Leonel Vicente, Manuel Pinheiro Maria João Marques, Nuno Gouveia, Paulo Marcelo, Pedro Lomba, Pedro Morgado, Manuel Pinheiro e João Távora. Todos eles já falaram do extraordinário programa preparado para nós em Bruxelas por iniciativa do eurodeputado Carlos Coelho. Com livre trânsito, tivemos de acesso quase sem restrições à Comissão e ao Parlamento Europeu. No entanto, e porque todos eles, melhor que eu, têm vindo a dar conta dos vários encontros e reuniões havidas, decidi trazer-vos, na minha qualidade de possuidor do maior índice de massa corporal do grupo, o não menos aliciante roteiro gastronómico da viagem. Começámos, na segunda-feira ao almoço, com a única refeição não programada. Por sugestão do signatário deste post, que havia estado em Bruxelas há menos de um mês, ficámo-nos pelo Chez Leon, próximo da Grand Place, na rua dos restaurantes. Do almoço, fica o conselho para experimentarem as moules e a sopa de peixe. Ao jantar, uma boa surpresa no Vert de Gris. Este vosso servo optou por começar com ravioli, seguiu com o cordeiro (na Páscoa impunha-se) e acabou com uma fantástica Dame Blanche. Terça ao almoço, na companhia de João de Deus Pinheiro e do incansável Carlos Coelho, ficámo-nos por um almoço numa sala privada do PE. Guardo a boa disposição e as histórias fantásticas relatadas por Deus Pinheiro. À noite, uma excelente surpresa. Na companhia dos deputados Carlos Coelho, Vasco Graça Moura, José Silva Peneda e Assunção Esteves, todos do PSD, e da deputada Jamila Madeira, do PS, assentámos arraiais no Da Mimmo, naquela que foi a melhor refeição da viagem. Dispenso o relato dos pratos que passaram pela mesa, de forma a não alimentar invejas e a não contribuir para a gula alheia. Finalmente, o almoço de quarta-feira, na companhia de Maria da Graça Carvalho, conselheira principal do BEPA). L'Atelier Européen, a escassos metros do edifício da Comissão, recebeu-nos na sala Jean Monnet, num excelente almoço, já com cheiro a despedida. O objectivo da visita não passava pela gastronomia, mas confesso que parte do sucesso da viagem passou também pelo estômago. Não tenho, pois, dúvidas em dizer que Bruxelas, em plena crise, está viva e recomenda-se.
Rui Castro
P.S. A propósito, no dia 7 de Junho, se não tiverem nada de mais interessante para fazer, aproveitem para votar.
Rui Castro