Sociedade
Ministro da Saúde garante que "não há orientação de racionamento"
16-06-2012
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O ministro da Saúde contestou este sábado o Relatório da Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, garantindo que "não há qualquer orientação de racionamento" e apontou como exemplo a disponibilização do Tafamidis já no final do mês.
Por Correio da Manhã
"O Observatório de Saúde diz que há indícios de racionamento derivado de um rigor e uma contenção de custos nas unidades. Nós discordamos porque não há qualquer orientação de racionamento", sustentou Paulo Macedo, acrescentando que "nem as direcções clínicas, nem os próprios médicos o permitiram".Falando no Porto, à margem de uma cerimónia no âmbito do Dia Nacional de Luta contra a Paramiloidose, que se assinala este sábado, o ministro apontou, precisamente, como "prova" a disponibilização, através do Serviço Nacional de Saúde (SNS), do medicamento Tafamidis.Para Paulo Macedo, "o maior perigo do racionamento não é pelo controle de custos": "O verdadeiro racionamento seria aquele que aconteceria se não pagássemos aos fornecedores, como tivemos a prova concreta quando há uma farmacêutica que não fornece mais medicamentos", recordou.