Mas, o responsável garante que este projecto de “algum reordenamento da rede escolar tem dimensões muito reduzidas e impactos pouco significativos, sendo certo que em todos os casos as crianças vão ser acolhidas em outras escolas próximas que estão em condições de assegurar melhores condições de trabalho e desenvolvimento pedagógico”.
Jaime Freitas confirmou que outro projecto adiado é a abertura em pleno da escola profissional de S.Martinho, entretanto inaugurada que funciona apenas com alguns complementos, sublinhando que está ainda “em fase de instalação, faltando concluir alguns processos que tem a ver com conclusão da própria obra, mas que a todo momento poderá começar a dar resposta mais ampla em matéria de cursos profissionais”, mas “não no início do próximo ano lectivo”.
"Não estamos apressados no sentido de avançar com soluções que eventualmente se revelem inadequadas, mas estamos seguros que a breve trecho teremos uma escola de S. Martinho como pilar fundamental na oferta de cursos profissionais”, frisou o governante, adiantando que existe nesta área “toda uma rede de respostas instaladas que não deve ser posta em causa” na região.
Agora a aposta é redefinir o sistema, devolvendo à escola a autonomia e “a capacidade de adequar a sua resposta a necessidade sentida no terreno”, além da aprofundar a responsabilização do aluno e famílias.
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Por isso, a tutela regional está a preparar um “projecto abrangente e integrado que envolve todas as escolas da região em matéria de convivialidade escolar” e que será alterado o Estatuto do Aluno.
Outro objectivo é a fazer com que o mecanismo da acção social escolar “funcione de forma expedita” visto ser expectável que a situação económica de algumas famílias se altere, pelo que pode ser “necessário executar-se adaptações rápidas”, acrescentou.