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JP Sá Couto: Rescisão com a AICEP "é apenas uma formalidade"
21-06-2012
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A empresa esclarece que a rescisão do contrato com a AICEP "acontece porque o projecto de construção de uma nova fábrica não chegou a ser executado". A JP Sá Couto nega que tenha recebido qualquer incentivo financeiro por este projecto e garante que não há qualquer importância a restituir.
Por Ana Luísa Marques - Jornal de Negócios
A rescisão do contrato entre a AICEP e a JP Sá Couto era “automática” e decorre do mero facto de o projecto não ter começado. A decisão era conhecida pela empresa e a sua publicação em Diário da República é apenas uma formalidade legal”, refere a empresa em comunicado, após ser conhecido que o governo publicou hoje em Diário da República um despacho onde rescinde o contrato de investimento assinado em Março do ano passado entre a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal e a empresa JP Sá Couto, por esta última não ter cumprido os prazos do projecto de construção de uma fábrica de computadores.
A JP Sá Couto, recorde-se, tinha assegurado em Março de 2011 incentivos financeiros do Estado relativos a um projecto de investimento de 10,9 milhões de euros em Matosinhos.
Contudo, segundo um despacho assinado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas (que tutela a AICEP) e pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, a empresa dos computadores “Magalhães” não está a cumprir.