- Redução em 22% do salário mínimo (actualmente fixado em 751 euros brutos mensais). No caso dos jovens com menos de 25 anos, onde se concentra (como em Portugal) o essencial do desemprego, o salário mínimo é reduzido em 10 pontos percentuais adicionais.
- Congelamento de todos os salários controlados pelo Estado até que a taxa de desemprego desça abaixo dos 10% da população activa. Segundo dados hoje divulgados, a taxa de desemprego subiu em Novembro para 20,9%, contra os 18,2% em Outubro. Entre os jovens com menos de 25 anos o desemprego está nos 48%.
- Pensões dos reformados de antigas empresas públicas (são dados os exemplos da OTE Telecom e da Eléctrica) são reduzidas em 15%. Aposentados das empresas portuárias perdem 7%.
- No final de Junho, serão revistos os estatutos salariais específicos de magistrados, médicos do sector público, diplomatas, polícias e militares.
FUNÇÃO PÚBLICA
- Até ao fim deste ano, serão colocados no quadro de excedentários 15 mil funcionários. O objectivo é reduzir em 150 mil o universo dos funcionários públicos, que ainda ronda os 700 mil
CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS
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- Descida do equivalente à TSU, com uma redução imediata das contribuições para a Segurança Social de dois pontos percentuais e um novo corte, de três pontos, a aplicar em 2013. Não é claro que esta redução se aplica somente à parte paga pela entidade patronal – como o FMI já queria ter implementado em Portugal – ou se também se estende à contribuição assegurada pelo trabalhador.
PRIVATIZAÇÕES
- Venda até ao fim de Junho das participações já previstas do Estado em seis empresas, caso da empresa de apostas futebolísticas e lotarias OPAP, e também da maior petrolífera do país, a Hellenic Petroleum (ELPE). Para o segundo semestre do ano, fica previsto o leilão da concessão da exploração dos portos e aeroportos, bem como da operadora de auto-estradas Egnatia Odos.