O crescimento da sua força nas carteiras foi de 11,5%, o que faz com que a operadora dona da TV Cabo represente 10,5% do total das carteiras em empresas portuguesas. A cotada concentra as atenções dos intervenientes do mercado, com o reforço accionista de Isabel dos Santos para 28,8% da cotada e com a especulação de que possa vir a fundir-se com a Sonaecom.
Aliás, a Sonaecom, logo após a Galp Energia e antes da Portugal Telecom e Semapa, está entre as restantes cotadas com maior quota nos fundos de investimento mobiliários, segundo os dados de Junho.
Total e Tanzanian Royalty são empresas estrangeiras em que fundos mais investem
Fora de Portugal, a aposta dos fundos de investimento foi na petrolífera Total Efina, com um peso de 3,2%, no que diz respeito à União Europeia. No resto do mundo, a empresa canadiana que explora o sector mineral, incluindo o ouro, a Tanzanian Royalty, representava 2,5% do total investido em empresas estrangeiras (de fora da UE), acima da quota de 1,5% da Apple. Havia 13,9 milhões de euros colocados nesta empresa canadiana, acima do valor investido pelos fundos portugueses, por exemplo, na Semapa, a sétima empresa portuguesa mais representativa (13,6 milhões de euros investidos em Junho).
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Os fundos mobiliários investiram, ao todo, 284,7 milhões de euros em títulos nacionais, 470 milhões de euros em acções da UE e perto de 1,02 mil milhões de euros em títulos internacionais, fora do espaço comunitário.